Astecas, Incas e Maias. Civilizações que, na política, organização social, economia, cultura e religião, destacaram-se por se tornarem os representantes do Novo Mundo, mais tarde denominado de América e, posteriormente, divido em três Américas. No que concerne à América Latina, a primeira receber os navegantes europeus que, ávidos pela conquista de riquezas, em nome de Deus e da Igreja, dominaram e destruíram povos e comunidades. O ouro e a prata eram os metais mais cobiçados. A caça incontrolável daqueles que foram denominados “índios” também se tornou fonte de riqueza e poder. Após a criação da Ordem dos Jesuítas – Soldados de Cristo – por Inácio de Loyola, muitos padres e religiosos empreenderam missões a fim de evangelizar esta América assolada e espoliada por aqueles que a marcaram, a ferro e a fogo, com o sinal da fé. A vida dos americanos desta terra não tinha importância frente à sede insaciável dos adeptos do Metalismo exarcebado que retiraram da América Latina suas riquezas e, deixando como legado, apenas a fome, a pobreza e a miséria: situações de morte que, até o presente, é uma realidade na vida dos herdeiros daquelas civilizações tão promissoras. Lamentável ou não, a Igreja estava presente em todos os momentos de um passado tão cruel.
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